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Música brasileira para crianças inteligentes
Ana Carolina Abrão Scaff
Conhecer a história da Bossa Nova e quem foi Tom Jobim e Vínicius de Moraes são algumas das obrigações do homem culto brasileiro. Faz parte da nossa cultura, aguça nosso gosto musical, permite apreciação da arte e aprimora a inteligência. Para isso, devemos começar cedo.
Aprender música na primeira infância faz o cérebro crescer. Pesquisadores alemães descobriram que a área utilizada para analisar sons musicais é, em média, 25% maior nos músicos. Quanto mais cedo começar o treino musical, maior será a área do cérebro.
Conhecer o maior número de gêneros musicais faz expandir o desenvolvimento intelectual da criança, pois possibilita que ela amplie suas experiências. Quando ouve e acompanha música, canta e dança, a criança, além de desenvolver a audição, trabalha a coordenação motora, a atenção e o respeito pelo outro. Essa participação ativa (produzir som, acompanhar com gestos), que as experiências nas aulas de música na educação infantil promovem, também favorece o desenvolvimento de seus cinco sentidos.
Porém, a música na escola utilizada como condicionamento da rotina nada agrega no conhecimento, na expansão da inteligência e gosto pela arte. A arte apresentada através de repetições e de ensaios para apresentações em dias de comemorações especiais, não aguça o interesse infantil. Apenas imitar ou cantar cantigas que já vêm prontas, não aprimora as capacidades do intelecto na infância. A criança deve ter a oportunidade de criar, de construir e musicar a partir de todo o repertório que lhe foi disponibilizado (ou deveria ter sido) nas aulas de música e arte. Ou seja, ao excluir a comunicação com a linguagem musical da criança, que se dá pela exploração sonora e por suas experiências prévias, o professor da educação infantil tolhe seus interesses e motivações para apreciar essa arte.
O conhecimento de ritmos, sons e gêneros diferentes de música promove a ampliação do repertório musical e faz com que a criança seja capaz de usar desse conhecimento para produzir, aprimorar, criar e apreciar sua própria música.
Nada melhor, então, do que aproveitar o ano do cinqüentenário da Bossa Nova, estilo consagrado e tão brasileiro, ritmo que faz com que o Brasil seja conhecido internacionalmente, para apresentar esse gênero, além de instruir nossas crianças do ensino infantil a apreciar esse, entre outros, estilo. Assim, essa infância privilegiada será capaz de, cada vez mais, ampliar sua inteligência, abusar de sua livre expressão e aproveitar dessa rica cultura que ser brasileiro nos possibilita.
21 de outubro de 2008
20 de outubro de 2008
Meu processo de escrita do artigo
Eu adoro bossa nova. Adoro música, ouço sempre. Adorei a exposição que assistimos para escrever a resenha. Esse assunto, para mim, é bastante interessante.
Escolher o tema para o artigo foi fácil. Primeiro pensei que queria escrever sobre a importância da bossa nova como "carro chefe" da música brasileira, o estilo musical que mais dá visibilidade ao Brasil no exterior. Depois decidi falar também sobre a importância de nós brasileiros conhecermos nossa cultura desde cedo e com a obrigatoriedade do ensino de música, achei que seria pertinente juntar as duas coisas.
O difícil é começar.
Sou impaciente para fazer as coisas, então quando me deparei com a famosa folha em branco quase entrei em pânico. Não saía nada.
Entrei na internet para pesquisar artigos de música, currículos de música na educação infantil, entrevistas com professores de arte e música para saber o que eles pensam sobre o assunto. Lí também o livro " Música na Educação Infantil" da Teca Brito e então comecei.
A primeira oração:"Com a obrigatoriedade do ensino de música na educação infantil a criança tem a possibilidade de ser apresentada a diversos gêneros musicais." entrou na segunda versão do artigo e saiu na terceira. Achei que seria importante situar o leitor sobre a nova "regra" da educação infantil, assim como definir a bossa nova como um dos gêneros a serem ensinados para as crianças, já que iria falar desse estilo como exemplo. Porém, ao ler sem essa oração, achei que o texto fuicou mais fluido.
Pensar no esquema proposto para escrever artigos me ajudou muito. Sempre lembrava que tinha que pensar numa tese, nos argumentos que sustentassem essa tese, na contra-argumentação e no fechamento. Segui essa fórmula.
Após chegar a uma opinião sobre o tema que iria descorrer e de ter lido sobre o assunto, foi mais fácil, fui escrevendo.
A parte mais difícil mesmo para mim foi a elaboração da tese e de escrevê-la de maneira bem clara.
Cada vez que releio o artigo acho que ele ainda não está acabado e mudo alguma palavrinha ou mesmo incluo uma nova sentença. Mas acho que deve ser assim mesmo. è uma novidade, nunca escreví um texto como esse, resta saber se vou, um dia, ficar satisfeita com a minha produção!
Escolher o tema para o artigo foi fácil. Primeiro pensei que queria escrever sobre a importância da bossa nova como "carro chefe" da música brasileira, o estilo musical que mais dá visibilidade ao Brasil no exterior. Depois decidi falar também sobre a importância de nós brasileiros conhecermos nossa cultura desde cedo e com a obrigatoriedade do ensino de música, achei que seria pertinente juntar as duas coisas.
O difícil é começar.
Sou impaciente para fazer as coisas, então quando me deparei com a famosa folha em branco quase entrei em pânico. Não saía nada.
Entrei na internet para pesquisar artigos de música, currículos de música na educação infantil, entrevistas com professores de arte e música para saber o que eles pensam sobre o assunto. Lí também o livro " Música na Educação Infantil" da Teca Brito e então comecei.
A primeira oração:"Com a obrigatoriedade do ensino de música na educação infantil a criança tem a possibilidade de ser apresentada a diversos gêneros musicais." entrou na segunda versão do artigo e saiu na terceira. Achei que seria importante situar o leitor sobre a nova "regra" da educação infantil, assim como definir a bossa nova como um dos gêneros a serem ensinados para as crianças, já que iria falar desse estilo como exemplo. Porém, ao ler sem essa oração, achei que o texto fuicou mais fluido.
Pensar no esquema proposto para escrever artigos me ajudou muito. Sempre lembrava que tinha que pensar numa tese, nos argumentos que sustentassem essa tese, na contra-argumentação e no fechamento. Segui essa fórmula.
Após chegar a uma opinião sobre o tema que iria descorrer e de ter lido sobre o assunto, foi mais fácil, fui escrevendo.
A parte mais difícil mesmo para mim foi a elaboração da tese e de escrevê-la de maneira bem clara.
Cada vez que releio o artigo acho que ele ainda não está acabado e mudo alguma palavrinha ou mesmo incluo uma nova sentença. Mas acho que deve ser assim mesmo. è uma novidade, nunca escreví um texto como esse, resta saber se vou, um dia, ficar satisfeita com a minha produção!
10 de outubro de 2008
Artigo, 2ª versão

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Música brasileira para crianças inteligentes
Ana Carolina Abrão Scaff
Com a obrigatoriedade do ensino de música na educação infantil a criança tem a possibilidade de ser apresentada a diversos gêneros musicais. Conhecer a história da Bossa Nova e quem foi Tom Jobim e Vínicius de Moraes são algumas das obrigações do homem culto brasileiro. Faz parte da nossa cultura, aguça nosso gosto musical, permite apreciação da arte e aprimora a inteligência. Para isso, devemos começar cedo.
Aprender música na primeira infância faz o cérebro crescer. Conhecer o maior número de gêneros musicais faz expandir o desenvolvimento intelectual da criança, pois possibilita que ela amplie suas experiências. Quando ouve e acompanha música, canta e dança, a criança, além de desenvolver a audição, trabalha a coordenação motora, a atenção e o respeito pelo outro. Essa participação ativa (produzir som, acompanhar com gestos), que as experiências nas aulas de música na educação infantil promovem, também favorece o desenvolvimento de seus cinco sentidos.
Porém, a música na escola utilizada como condicionamento da rotina nada agrega no conhecimento e na expansão da inteligência e gosto pela arte. A arte ensinada por repetições e por ensaios para apresentações em dias de comemorações especiais não aguça o interesse. Apenas imitar ou cantar cantigas que já vêm prontas, não aprimora as capacidades do intelecto na infância. A criança deve ter a oportunidade de criar, de construir e musicar a partir de todo o repertório que lhe foi disponibilizado (ou deveria ter sido) nas aulas de música e arte. Ou seja, ao excluir a comunicação com a linguagem musical da criança, que se dá pela exploração sonora e por suas experiências prévias, o professor da educação infantil tolhe seus interesses e motivações para apreciar essa arte.
O conhecimento de ritmos, sons e gêneros diferentes de música promove a ampliação do repertório musical e faz com que a criança seja capaz de usar desse conhecimento para produzir, aprimorar, criar e apreciar sua própria música.
Música brasileira para crianças inteligentes
Ana Carolina Abrão Scaff
Com a obrigatoriedade do ensino de música na educação infantil a criança tem a possibilidade de ser apresentada a diversos gêneros musicais. Conhecer a história da Bossa Nova e quem foi Tom Jobim e Vínicius de Moraes são algumas das obrigações do homem culto brasileiro. Faz parte da nossa cultura, aguça nosso gosto musical, permite apreciação da arte e aprimora a inteligência. Para isso, devemos começar cedo.
Aprender música na primeira infância faz o cérebro crescer. Conhecer o maior número de gêneros musicais faz expandir o desenvolvimento intelectual da criança, pois possibilita que ela amplie suas experiências. Quando ouve e acompanha música, canta e dança, a criança, além de desenvolver a audição, trabalha a coordenação motora, a atenção e o respeito pelo outro. Essa participação ativa (produzir som, acompanhar com gestos), que as experiências nas aulas de música na educação infantil promovem, também favorece o desenvolvimento de seus cinco sentidos.
Porém, a música na escola utilizada como condicionamento da rotina nada agrega no conhecimento e na expansão da inteligência e gosto pela arte. A arte ensinada por repetições e por ensaios para apresentações em dias de comemorações especiais não aguça o interesse. Apenas imitar ou cantar cantigas que já vêm prontas, não aprimora as capacidades do intelecto na infância. A criança deve ter a oportunidade de criar, de construir e musicar a partir de todo o repertório que lhe foi disponibilizado (ou deveria ter sido) nas aulas de música e arte. Ou seja, ao excluir a comunicação com a linguagem musical da criança, que se dá pela exploração sonora e por suas experiências prévias, o professor da educação infantil tolhe seus interesses e motivações para apreciar essa arte.
O conhecimento de ritmos, sons e gêneros diferentes de música promove a ampliação do repertório musical e faz com que a criança seja capaz de usar desse conhecimento para produzir, aprimorar, criar e apreciar sua própria música.
Nada melhor, então, do que aproveitar o ano do cinqüentenário da Bossa Nova, estilo consagrado e tão brasileiro, ritmo que faz com que o Brasil seja conhecido internacionalmente, para apresentar esse gênero, além de instruir nossas crianças do ensino infantil a apreciar esse, entre outros, estilo. Assim, essa infância privilegiada será capaz de, cada vez mais, ampliar sua inteligência, abusar de sua livre expressão e aproveitar dessa rica cultura que ser brasileiro nos possibilita.
7 de outubro de 2008
Artigo - Primeira Versão

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Música brasileira para crianças inteligentes
Ana Carolina Abrão Scaff
Saber sobre a história da Bossa Nova e quem foram Tom Jobim e Vínicius de Moraes são algumas das obrigações do homem culto brasileiro. Faz parte da nossa cultura, aguça nosso gosto musical, permite apreciação da arte e aprimora a inteligência. Para isso, devemos começar cedo.
Aprender música na primeira infância faz o cérebro crescer. Conhecer o maior número de gêneros musicais faz expandir o desenvolvimento intelectual da criança, pois possibilita que ela amplie suas experiências. Quando ouve e acompanha música, canta e dança, a criança, além de desenvolver a audição, trabalha a coordenação motora, a atenção e o respeito pelo outro. Essa participação ativa (produzir som, acompanhar com gestos), que as experiências nas aulas de música na educação infantil promovem, também favorece o desenvolvimento de seus cinco sentidos.
Conhecer sobre a trajetória musical de seu país, sobre os estilos, poetas, maestros, autores, compositores e intérpretes faz o individuo participar ativamente de sua história sendo parte integrante da cultura. Pode distinguir a sonoridade, apreciar estilos e músicas, compreender poetas e criticar, com toda propriedade, a música popular brasileira.
Porém, a música utilizada como condicionamento da rotina, através de repetições e ensaios para apresentações pré-determinadas em dias de comemorações especiais, nada agrega no conhecimento e na expansão da inteligência e gosto pela arte. Apenas imitar ou cantar cantigas que já vêm prontas, não aprimora todos essas capacidades na infância. A criança deve ter a oportunidade de criar, de construir e musicar a partir de todo o repertório que lhe foi disponibilizado (ou deveria ter sido) nas aulas de música e arte. Ou seja, ao excluir a comunicação com a linguagem musical da criança que se dá pela exploração sonora e suas experiências prévias, o professor da educação infantil tolhe seus interesses e motivações para apreciar essa arte.
O conhecimento de ritmos, sons e gêneros diferentes de música promove a ampliação do repertório musical e faz com que a criança seja capaz de usar desse conhecimento para produzir, aprimorar, criar e apreciar sua própria música.
Nada melhor do que aproveitar o ano do cinqüentenário da Bossa Nova, estilo consagrado e tão brasileiro, ritmo que faz com que o Brasil seja conhecido internacionalmente, para apresentar esse gênero, além de instruir nossas crianças do ensino infantil a apreciar esse, entre outros, estilo. Assim, serão capazes de, cada vez mais, ampliar seu intelecto, abusar de sua livre expressão e aproveitar dessa rica cultura que ser brasileiro nos possibilita.
Música brasileira para crianças inteligentes
Ana Carolina Abrão Scaff
Saber sobre a história da Bossa Nova e quem foram Tom Jobim e Vínicius de Moraes são algumas das obrigações do homem culto brasileiro. Faz parte da nossa cultura, aguça nosso gosto musical, permite apreciação da arte e aprimora a inteligência. Para isso, devemos começar cedo.
Aprender música na primeira infância faz o cérebro crescer. Conhecer o maior número de gêneros musicais faz expandir o desenvolvimento intelectual da criança, pois possibilita que ela amplie suas experiências. Quando ouve e acompanha música, canta e dança, a criança, além de desenvolver a audição, trabalha a coordenação motora, a atenção e o respeito pelo outro. Essa participação ativa (produzir som, acompanhar com gestos), que as experiências nas aulas de música na educação infantil promovem, também favorece o desenvolvimento de seus cinco sentidos.
Conhecer sobre a trajetória musical de seu país, sobre os estilos, poetas, maestros, autores, compositores e intérpretes faz o individuo participar ativamente de sua história sendo parte integrante da cultura. Pode distinguir a sonoridade, apreciar estilos e músicas, compreender poetas e criticar, com toda propriedade, a música popular brasileira.
Porém, a música utilizada como condicionamento da rotina, através de repetições e ensaios para apresentações pré-determinadas em dias de comemorações especiais, nada agrega no conhecimento e na expansão da inteligência e gosto pela arte. Apenas imitar ou cantar cantigas que já vêm prontas, não aprimora todos essas capacidades na infância. A criança deve ter a oportunidade de criar, de construir e musicar a partir de todo o repertório que lhe foi disponibilizado (ou deveria ter sido) nas aulas de música e arte. Ou seja, ao excluir a comunicação com a linguagem musical da criança que se dá pela exploração sonora e suas experiências prévias, o professor da educação infantil tolhe seus interesses e motivações para apreciar essa arte.
O conhecimento de ritmos, sons e gêneros diferentes de música promove a ampliação do repertório musical e faz com que a criança seja capaz de usar desse conhecimento para produzir, aprimorar, criar e apreciar sua própria música.
Nada melhor do que aproveitar o ano do cinqüentenário da Bossa Nova, estilo consagrado e tão brasileiro, ritmo que faz com que o Brasil seja conhecido internacionalmente, para apresentar esse gênero, além de instruir nossas crianças do ensino infantil a apreciar esse, entre outros, estilo. Assim, serão capazes de, cada vez mais, ampliar seu intelecto, abusar de sua livre expressão e aproveitar dessa rica cultura que ser brasileiro nos possibilita.
O começo
Oi Márcia,
Demorei MUITO pra começar a escrever o artigo.
Achei super trabalhoso e nunca imaginei que fosse ser capaz.
Não gostei muito do que saiu, mas pelo menos saiu alguma coisa! :)
beijos e até amanhã.
Carol
Demorei MUITO pra começar a escrever o artigo.
Achei super trabalhoso e nunca imaginei que fosse ser capaz.
Não gostei muito do que saiu, mas pelo menos saiu alguma coisa! :)
beijos e até amanhã.
Carol