10 de novembro de 2008

Reportagem 3ª versão

(3442)

Música na Educação

Ana Carolina Abrão Scaff

A Abordagem Construtivista é utilizada por professores das escolas particulares após a obrigatoriedade do ensino de música na educação básica.

Com o projeto Lei Nº 11769 que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96) aprovado, o ensino de música na educação infantil, ensino fundamental e médio, tornou-se obrigatório.

De autoria do Senado, a lei determina que as instituições de ensino terão três anos, a partir da data de sua publicação, 18 de agosto de 2008, para adequarem seus currículos com a música como conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do ensino de artes na educação básica. O projeto também define que as aulas serão ministradas por professores com formação específica na área.

Para Julia Nogueira, professora de música do ensino fundamental, formada em Educação Artística com especialização em Música “a linguagem musical deve ser encarada como recurso poderoso de percepção do mundo externo e como um meio de comunicação e expressão do educando”. Porém, a professora não concorda com a obrigatoriedade do ensino, para ela “o ideal seria que todos compreendessem na prática a força da linguagem musical no desenvolvimento pleno de cada indivíduo”.

Muitas escolas particulares já compõem seu currículo com o ensino da música. Seus professores se baseiam na abordagem construtivista e estão deixando de lado o ensino tradicional da música para utilizarem uma concepção que busque apresentar para a criança algo que faça sentido para ela. “A linguagem tradicional está muito centrada no coral, a música trabalhada dentro da escola deve gerar reflexão, deve chegar como algo que toca o indivíduo. Meu trabalho busca um aprofundamento, faço isso através de trabalhos inusitados: uso o corpo como instrumento poderoso, trabalho percussão e ritmo, melodia, partitura. No 5º ano, trabalho a união de todos estes elementos”, diz Julia. “A prática de conjunto é o principal recurso de aprendizado da linguagem musical”. Completa a educadora.

Segundo Teca Alencar de Brito, educadora musical e pianista de formação, “as crianças precisam ter a oportunidade de construir conhecimentos em música, porque não está tudo pronto para ser repetido. Elas aprendem e descobrem coisas incríveis”.

Para realizar um bom trabalho nessa concepção de ensino não tradicional, os professores não especialistas, segundo Teca, devem ser grandes observadores da criança, porque os eles têm meios de ver como as crianças se expressam musicalmente, como reagem, como interagem com os instrumentos, o que falam o que trazem quando têm a possibilidade de criar, inventar e improvisar.

Este ensino de música propõe jogos de improvisações simples que trabalham conceitos e princípios como o contraste entre som e silêncio. Oferece também a oportunidade de compor, já que utiliza a liberdade de experimentação e união de sons com as crianças e também promove a confecção de instrumentos que possibilita uma experiência importante do ponto de vista pedagógico.

Para Teca, que montou sua própria escola de música e é consultora da área, o trabalho, na abordagem construtivista, promove reflexão e conscientização da criança.“O ensino tradicional de música tende a dissociar o fazer do pensar. (...) Mesmo na etapa da pré-escola as atividades musicais devem estar integradas com a reflexão, devem estar sintonizadas com a consciência que a criança tem em relação ao fazer musical”. Conclui a professora.

5 de novembro de 2008

2ª tentativa

Música para apreciar e aprender

Você sabia que a Bossa Nova comemorou 50 anos no mesmo ano em que a música voltou a ser obrigatória na Educação Básica? Confira!

1ª tentativa de chamada da página

Bossa Na Oca

Você sabia que a Bossa Nova está comemorando 50 anos? O evento Bossa na Oca é o tema desta página no ano em que a Lei da Obrigatoriedade do ensino da música na Educação Básica foi aprovada. Confira!

4 de novembro de 2008

Reportagem - 2ª Versão

(3526)

Teoria Construtivista no ensino de Música

Ana Carolina Abrão Scaff

Método “contemporâneo” é utilizado por professores das escolas particulares após a obrigatoriedade do ensino de música na educação básica
.

Com o projeto Lei Nº 11769 que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96) aprovado, o ensino de música na educação infantil, ensino fundamental e médio, tornou-se obrigatório.

De autoria do Senado, a lei determina que as instituições de ensino terão três anos, a partir da data de sua publicação, 18 de agosto de 2008, para adequarem seus currículos com a música como conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do ensino de artes na educação básica. O projeto também define que as aulas serão ministradas por professores com formação específica na área.

Para Julia Nogueira, professora de música do ensino fundamental, formada em Educação Artística com especialização em Música “a linguagem musical deve ser encarada como recurso poderoso de percepção do mundo externo e como um meio de comunicação e expressão do educando.”Porém, a professora não concorda com a obrigatoriedade do ensino, para ela, “o ideal seria que todos compreendessem na prática a força da linguagem musical no desenvolvimento pleno de cada indivíduo”.

Muitas escolas particulares já compõe seu currículo com o ensino da música. Seus professores, utilizam uma linha de ensino cuja prática foi inspirada nas teorias do Método Construtivista. Eles estão deixando de lado o ensino tradicional da música para utilizarem uma concepção que busque apresentar para a criança algo que faça sentido para ela. “A linguagem tradicional está muito centrada no coral, a música trabalhada dentro da escola deve gerar reflexão, deve chegar como algo que toca o indivíduo. Meu trabalho busca um aprofundamento, faço isso através de trabalhos inusitados: uso o corpo como instrumento poderoso, trabalho percussão e ritmo, melodia, partitura. No 5º ano, trabalho a união de todos estes elementos”, diz Julia. “A prática de conjunto é o principal recurso de aprendizado da linguagem musical”.Completa a educadora.

Segundo Teca Alencar de Brito, educadora musical e pianista de formação, “as crianças precisam ter a oportunidade de construir conhecimentos em música, porque não está tudo pronto para ser repetido. Elas aprendem e descobrem coisas incríveis”.

Para realizar um bom trabalho utilizando esse método em sala de aula, os professores não especialistas, segundo Teca, devem ser grandes observadores da criança, porque os professores têm meios de ver como elas se expressam musicalmente, como reagem, como interagem com os instrumentos, o que falam o que trazem quando têm a possibilidade de criar, inventar e improvisar.

Este método de ensino de música propõe jogos de improvisações simples que trabalham conceitos e princípios como o contraste entre som e silêncio. Oferece também a oportunidade de compor, já que utiliza a liberdade de experimentação e união de sons com as crianças e também promove a confecção de instrumentos que possibilita uma experiência importante do ponto de vista pedagógico.

Para Teca, que montou sua própria escola de música e é consultora da área, o trabalho, na abordagem construtivista, promove reflexão e conscientização da criança. “O ensino tradicional de música tende a dissociar o fazer do pensar. (...) Mesmo na etapa da pré-escola as atividades musicais devem estar integradas com a reflexão, devem estar sintonizadas com a consciência que a criança tem em relação ao fazer musical” Conclui a professora.


Para saber mais:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11769.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm
http://tecaoficinademusica.com.br/

3 de novembro de 2008

REPORTAGEM 1ª versão

(2900)

Método construtivista no ensino de música para crianças

Ana Carolina Abrão Scaff

Linha de ensino da música para crianças diferente do ensino tradicional alcança melhores resultados.

Com o projeto Lei Nº 11769 que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96) aprovado, o ensino de música na educação infantil, ensino fundamental e médio, tornou-se obrigatório.

De autoria do Senado, a lei determina que as instituições de ensino terão três anos, a partir da data de sua publicação, 18 de agosto de 2008, para adequarem seus currículos com a música como conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do ensino de artes na educação básica. O projeto também define que as aulas serão ministradas por professores com formação específica na área.

Muitas das escolas particulares já compõe seu currículo com o ensino da música. Seus professores de música e artes utilizam um método de ensino cuja prática foi inspirada nas teorias do Método Construtivista para elaborarem os projetos pedagógicos. Eles estão deixando de lado o ensino tradicional da música para utilizarem uma concepção que busque apresentar para a criança algo que faça sentido para ela.

Segundo Teca Alencar de Brito, professora de música e pianista de formação, “as crianças precisam ter a oportunidade de construir conhecimentos em música, porque não está tudo pronto para ser repetido. Elas aprendem e descobrem coisas incríveis”.

Para realizar um bom trabalho utilizando esse método em sala de aula, os professores não especialistas, segundo Teca, devem ser grandes observadores da criança, porque os professores tem meios de ver como elas se expressam musicalmente, como reagem, como interagem com os instrumentos, o que falam o quer trazem quando têm a possibilidade de criar, inventar e improvisar.

Este método de ensino de música se utiliza jogos de improvisações simples que trabalham conceitos e princípios como o contraste entre som e silêncio. Usa também a possibilidade de compor, já que propõe a liberdade de experimentação e união de sons com as crianças e também promove a confecção de instrumentos que possibilitam uma experiência importante do ponto de vista pedagógico.

Para a professora Teca, que montou sua própria escola de música para o público infantil e é consultora da área, o trabalho, na abordagem construtivista, promove reflexão e conscientização da criança. “O ensino tradicional de música tende a dissociar o fazer do pensar. (...) Mesmo na etapa da pré-escola as atividades musicais devem estar integradas com a reflexão, devem estar sintonizadas com a consciência que a criança tem em relação ao fazer musical. Assim, aprender música não deve se resumir a escutar ou cantar o que já está pronto.(...) As crianças precisam ter a oportunidade de construir conhecimentos em música, porque não está tudo ptronto para ser repetido. Elas aprendem e descobrem coisas incríveis” Conclui a professora.

Para saber mais:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11769.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm

21 de outubro de 2008

Artigo, 3ª versão - revisada

(2597)
Música brasileira para crianças inteligentes

Ana Carolina Abrão Scaff

Conhecer a história da Bossa Nova e quem foi Tom Jobim e Vínicius de Moraes são algumas das obrigações do homem culto brasileiro. Faz parte da nossa cultura, aguça nosso gosto musical, permite apreciação da arte e aprimora a inteligência. Para isso, devemos começar cedo.

Aprender música na primeira infância faz o cérebro crescer. Pesquisadores alemães descobriram que a área utilizada para analisar sons musicais é, em média, 25% maior nos músicos. Quanto mais cedo começar o treino musical, maior será a área do cérebro.

Conhecer o maior número de gêneros musicais faz expandir o desenvolvimento intelectual da criança, pois possibilita que ela amplie suas experiências. Quando ouve e acompanha música, canta e dança, a criança, além de desenvolver a audição, trabalha a coordenação motora, a atenção e o respeito pelo outro. Essa participação ativa (produzir som, acompanhar com gestos), que as experiências nas aulas de música na educação infantil promovem, também favorece o desenvolvimento de seus cinco sentidos.

Porém, a música na escola utilizada como condicionamento da rotina nada agrega no conhecimento, na expansão da inteligência e gosto pela arte. A arte apresentada através de repetições e de ensaios para apresentações em dias de comemorações especiais, não aguça o interesse infantil. Apenas imitar ou cantar cantigas que já vêm prontas, não aprimora as capacidades do intelecto na infância. A criança deve ter a oportunidade de criar, de construir e musicar a partir de todo o repertório que lhe foi disponibilizado (ou deveria ter sido) nas aulas de música e arte. Ou seja, ao excluir a comunicação com a linguagem musical da criança, que se dá pela exploração sonora e por suas experiências prévias, o professor da educação infantil tolhe seus interesses e motivações para apreciar essa arte.

O conhecimento de ritmos, sons e gêneros diferentes de música promove a ampliação do repertório musical e faz com que a criança seja capaz de usar desse conhecimento para produzir, aprimorar, criar e apreciar sua própria música.

Nada melhor, então, do que aproveitar o ano do cinqüentenário da Bossa Nova, estilo consagrado e tão brasileiro, ritmo que faz com que o Brasil seja conhecido internacionalmente, para apresentar esse gênero, além de instruir nossas crianças do ensino infantil a apreciar esse, entre outros, estilo. Assim, essa infância privilegiada será capaz de, cada vez mais, ampliar sua inteligência, abusar de sua livre expressão e aproveitar dessa rica cultura que ser brasileiro nos possibilita.

20 de outubro de 2008

Meu processo de escrita do artigo

Eu adoro bossa nova. Adoro música, ouço sempre. Adorei a exposição que assistimos para escrever a resenha. Esse assunto, para mim, é bastante interessante.

Escolher o tema para o artigo foi fácil. Primeiro pensei que queria escrever sobre a importância da bossa nova como "carro chefe" da música brasileira, o estilo musical que mais dá visibilidade ao Brasil no exterior. Depois decidi falar também sobre a importância de nós brasileiros conhecermos nossa cultura desde cedo e com a obrigatoriedade do ensino de música, achei que seria pertinente juntar as duas coisas.

O difícil é começar.

Sou impaciente para fazer as coisas, então quando me deparei com a famosa folha em branco quase entrei em pânico. Não saía nada.
Entrei na internet para pesquisar artigos de música, currículos de música na educação infantil, entrevistas com professores de arte e música para saber o que eles pensam sobre o assunto. Lí também o livro " Música na Educação Infantil" da Teca Brito e então comecei.

A primeira oração:"Com a obrigatoriedade do ensino de música na educação infantil a criança tem a possibilidade de ser apresentada a diversos gêneros musicais." entrou na segunda versão do artigo e saiu na terceira. Achei que seria importante situar o leitor sobre a nova "regra" da educação infantil, assim como definir a bossa nova como um dos gêneros a serem ensinados para as crianças, já que iria falar desse estilo como exemplo. Porém, ao ler sem essa oração, achei que o texto fuicou mais fluido.

Pensar no esquema proposto para escrever artigos me ajudou muito. Sempre lembrava que tinha que pensar numa tese, nos argumentos que sustentassem essa tese, na contra-argumentação e no fechamento. Segui essa fórmula.

Após chegar a uma opinião sobre o tema que iria descorrer e de ter lido sobre o assunto, foi mais fácil, fui escrevendo.
A parte mais difícil mesmo para mim foi a elaboração da tese e de escrevê-la de maneira bem clara.


Cada vez que releio o artigo acho que ele ainda não está acabado e mudo alguma palavrinha ou mesmo incluo uma nova sentença. Mas acho que deve ser assim mesmo. è uma novidade, nunca escreví um texto como esse, resta saber se vou, um dia, ficar satisfeita com a minha produção!

10 de outubro de 2008

Artigo, 2ª versão


(2530)

Música brasileira para crianças inteligentes

Ana Carolina Abrão Scaff

Com a obrigatoriedade do ensino de música na educação infantil a criança tem a possibilidade de ser apresentada a diversos gêneros musicais. Conhecer a história da Bossa Nova e quem foi Tom Jobim e Vínicius de Moraes são algumas das obrigações do homem culto brasileiro. Faz parte da nossa cultura, aguça nosso gosto musical, permite apreciação da arte e aprimora a inteligência. Para isso, devemos começar cedo.

Aprender música na primeira infância faz o cérebro crescer. Conhecer o maior número de gêneros musicais faz expandir o desenvolvimento intelectual da criança, pois possibilita que ela amplie suas experiências. Quando ouve e acompanha música, canta e dança, a criança, além de desenvolver a audição, trabalha a coordenação motora, a atenção e o respeito pelo outro. Essa participação ativa (produzir som, acompanhar com gestos), que as experiências nas aulas de música na educação infantil promovem, também favorece o desenvolvimento de seus cinco sentidos.

Porém, a música na escola utilizada como condicionamento da rotina nada agrega no conhecimento e na expansão da inteligência e gosto pela arte. A arte ensinada por repetições e por ensaios para apresentações em dias de comemorações especiais não aguça o interesse. Apenas imitar ou cantar cantigas que já vêm prontas, não aprimora as capacidades do intelecto na infância. A criança deve ter a oportunidade de criar, de construir e musicar a partir de todo o repertório que lhe foi disponibilizado (ou deveria ter sido) nas aulas de música e arte. Ou seja, ao excluir a comunicação com a linguagem musical da criança, que se dá pela exploração sonora e por suas experiências prévias, o professor da educação infantil tolhe seus interesses e motivações para apreciar essa arte.

O conhecimento de ritmos, sons e gêneros diferentes de música promove a ampliação do repertório musical e faz com que a criança seja capaz de usar desse conhecimento para produzir, aprimorar, criar e apreciar sua própria música.


Nada melhor, então, do que aproveitar o ano do cinqüentenário da Bossa Nova, estilo consagrado e tão brasileiro, ritmo que faz com que o Brasil seja conhecido internacionalmente, para apresentar esse gênero, além de instruir nossas crianças do ensino infantil a apreciar esse, entre outros, estilo. Assim, essa infância privilegiada será capaz de, cada vez mais, ampliar sua inteligência, abusar de sua livre expressão e aproveitar dessa rica cultura que ser brasileiro nos possibilita.

7 de outubro de 2008

Artigo - Primeira Versão


(2630)

Música brasileira para crianças inteligentes

Ana Carolina Abrão Scaff

Saber sobre a história da Bossa Nova e quem foram Tom Jobim e Vínicius de Moraes são algumas das obrigações do homem culto brasileiro. Faz parte da nossa cultura, aguça nosso gosto musical, permite apreciação da arte e aprimora a inteligência. Para isso, devemos começar cedo.

Aprender música na primeira infância faz o cérebro crescer. Conhecer o maior número de gêneros musicais faz expandir o desenvolvimento intelectual da criança, pois possibilita que ela amplie suas experiências. Quando ouve e acompanha música, canta e dança, a criança, além de desenvolver a audição, trabalha a coordenação motora, a atenção e o respeito pelo outro. Essa participação ativa (produzir som, acompanhar com gestos), que as experiências nas aulas de música na educação infantil promovem, também favorece o desenvolvimento de seus cinco sentidos.

Conhecer sobre a trajetória musical de seu país, sobre os estilos, poetas, maestros, autores, compositores e intérpretes faz o individuo participar ativamente de sua história sendo parte integrante da cultura. Pode distinguir a sonoridade, apreciar estilos e músicas, compreender poetas e criticar, com toda propriedade, a música popular brasileira.

Porém, a música utilizada como condicionamento da rotina, através de repetições e ensaios para apresentações pré-determinadas em dias de comemorações especiais, nada agrega no conhecimento e na expansão da inteligência e gosto pela arte. Apenas imitar ou cantar cantigas que já vêm prontas, não aprimora todos essas capacidades na infância. A criança deve ter a oportunidade de criar, de construir e musicar a partir de todo o repertório que lhe foi disponibilizado (ou deveria ter sido) nas aulas de música e arte. Ou seja, ao excluir a comunicação com a linguagem musical da criança que se dá pela exploração sonora e suas experiências prévias, o professor da educação infantil tolhe seus interesses e motivações para apreciar essa arte.

O conhecimento de ritmos, sons e gêneros diferentes de música promove a ampliação do repertório musical e faz com que a criança seja capaz de usar desse conhecimento para produzir, aprimorar, criar e apreciar sua própria música.

Nada melhor do que aproveitar o ano do cinqüentenário da Bossa Nova, estilo consagrado e tão brasileiro, ritmo que faz com que o Brasil seja conhecido internacionalmente, para apresentar esse gênero, além de instruir nossas crianças do ensino infantil a apreciar esse, entre outros, estilo. Assim, serão capazes de, cada vez mais, ampliar seu intelecto, abusar de sua livre expressão e aproveitar dessa rica cultura que ser brasileiro nos possibilita.

O começo

Oi Márcia,
Demorei MUITO pra começar a escrever o artigo.
Achei super trabalhoso e nunca imaginei que fosse ser capaz.
Não gostei muito do que saiu, mas pelo menos saiu alguma coisa! :)
beijos e até amanhã.
Carol

29 de setembro de 2008

Resenha revisada

(2696)
Exposição hi-tech comemora os 50 anos da Bossa Nova

Ana Carolina Abrão Scaff

A exposição Bossa na Oca, no Parque do Ibirapuera, possibilitou emocionante interatividade e abusou da tecnologia para mostrar que o nascimento de um novo estilo musical, a bossa nova, apesar de inovador, nunca perdeu de vista o passado. O gênero, do final dos anos 50, não precisou de rupturas com o já consagrado Samba para se consolidar.

O projeto ItaúBrasil promoveu esse evento, um dos maiores e mais completos da programação, que comemora os 50 anos do movimento. O cineasta Carlos Nader dividiu a direção da exposição com o artista multimídia Marcello Dantas. Nos quatro andares do museu, a mostra estava conectada com a arquitetura: cordas de violão delimitavam espaços, paredes arredondadas foram usadas como projetores e os ambientes inesquecíveis da história da bossa nova foram recriados na Oca.

Recepcionando o publico, uma grande linha do tempo contava a história do antes, durante e depois do gênero no térreo. No mesmo andar, grandes LPs abrigavam jukeboxes que, com apenas o toque das mãos, reproduziam 94 gravações dos clássicos da bossa nova.

Em um show virtual, no subsolo, ícones como Tom Jobim, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald e Johnny Alf ao piano interpretavam a música mais tocada de todos os tempos, Garota de Ipanema. Essa imagem dos artistas que contava com palco, piano e banquinhos reais, foi possível graças a uma técnica holográfica, a Eyeliner. A platéia assistia confortavelmente sentada em pufes. Em outro espaço, trechos de documentários exibiam cenas curiosas, como aquela em que Tom Jobim responde em português à pergunta de um apresentador de televisão americano sobre a garota de Ipanema. Outras raras, como o show brasileiro no Carnegie Hall de Nova York em 1962 e o depoimento de Nara Leão justificando sua opção pela música de protesto.

No primeiro andar, duas salas com poltronas e banquinhos de piano homenageavam Tom Jobim e Vinícius de Moraes com exibições de curtas sobre os “donos da bossa”. Em um espaço sem eco, os visitantes podiam ouvir o nada. A inspiração para a Câmara de Silêncio veio com a frase de Tom Jobim: “A música é o silêncio que existe entre as notas”, estampada na entrada da pequena sala.

No segundo andar, o destaque ficou para uma grandiosa projeção do mar no teto do museu que os amantes da bossa nova podiam contemplar sentados, bem acomodados, ouvindo, em auto falantes individuais, clássicos de João Gilberto.

A exposição "Bossa na Oca", em São Paulo entre 7 de julho e 7 de setembro de 2008, contou a trajetória desse estilo musical, marco da história da música brasileira e possibilitou uma volta ao passado no descolado clima da praia carioca.

23 de setembro de 2008

Exposição hi-tech comemora os 50 anos da Bossa Nova

Ana Carolina Abrão Scaff

A exposição Bossa na Oca, no Parque do Ibirapuera, possibilita emocionante interatividade e abusa da tecnologia para mostrar que a bossa nova, apesar das inovações, nunca perdeu de vista o passado; prova que o novo gênero, do final dos anos 50, não precisou de rupturas para se consolidar.

O projeto ItaúBrasil promove um dos principais eventos da programação que celebra os 50 anos desse movimento. "A casa da bossa é a Oca", afirma Carlos Nader, que divide a direção da exposição Bossa na Oca com Marcello Dantas. Nos quatro andares, a exposição está conectada com a arquitetura: cordas de violão delimitam espaços, paredes arredondadas são usadas como grandes projetores e os ambientes inesquecíveis da história da bossa nova foram recriados no Ibirapuera.

Uma grande linha do tempo recepciona o público no térreo. Há também 94 gravações dos clássicos da bossa nova, que se pode ouvir em jukeboxes estilizados em forma de LP. No primeiro andar, Tom e Vinicius ganham homenagens especiais, com salas ocupadas por banquinhos de piano, poltronas e exibições de curtas.

Num espaço sem eco, projetado pelo engenheiro acústico José Augusto Nepomuceno, os visitantes podem ouvir sons como do estalar das juntas e de batidas do coração. "A idéia da Câmara de Silêncio veio com a frase do Tom Jobim: 'A música é o silêncio que existe entre as notas'", explica Marcello Dantas.

No subsolo, um encontro virtual entre ídolos como Tom Jobim, Frank Sinatra e Ella Fitzgerald, entre outros, tem Johnny Alf ao piano e interpretam a música mais tocada de todos os tempos, Garota de Ipanema. Sua imagem projetada sobre o instrumento, este real, tem um efeito interessante. Esse encontro, para o qual foi montado um palco com pufes na platéia, é realizado por meio de uma técnica holográfica (a Eyeliner).

Outras projeções exibem cenas curiosas, como aquela em que Tom Jobim responde em português à pergunta de um apresentador de televisão americano sobre a garota de Ipanema. Outras raras, como o lendário show brasileiro de 1962 no Carnegie Hall de Nova York e o depoimento de Nara Leão justificando sua opção pela música de protesto: "Rompi com a bossa nova depois de viajar pelo Brasil e descobrir que havia pessoas pobres".

No último andar, o grande destaque fica, porém, para uma imensa projeção do mar no teto do museu, que o público pode contemplar deitado em um sofá, ouvindo clássicos de João Gilberto.

A exposição que conta a trajetória deste estilo musical, marco da história da música brasileira, realiza o sonho do paulistano, que, pelo menos virtualmente, entra no clima da praia do Ibirapuera: a “Ocacabana”.

11 de setembro de 2008

Trechos selecionados para a Resenha

Le ballon Rouge - França, 1956

Diretor: Albert Lamorisse
Roteirista: Albert Lamorisse
Duração: 34 min.
Tipo: Média-metragem / Colorido
Produtora: Films Montsouris

Interessante que o filme todo é em preto e branco e apenas os balões são coloridos.

5 de setembro de 2008

Le Ballon Rouge - França -1956


SINOPSE
Garoto encontra um balão vermelho e passa a vagar pelas ruas de Paris apreciando a beleza. Mas a cada canto em que vai, ele se depara com adultos e bandos de crianças que fazem chacota de seu apego a um simples balão.

Diretor: Albert Lamorisse
Roteirista: Albert Lamorisse
Elenco: Pascal Lamorisse, Georges Sellier, Vladimir Popov (2), Paul Perey, René Marion, Sabine Lamorisse, Michel Pezin, Renaud, David SéChan.
Títulos Alternativos: The Red Balloon
Gênero: Família, Fantasia
Duração: 34 min.
Tipo: Média-metragem / Colorido
Prêmios: Vencedor de 1 Oscar
Produtora: Films Montsouris

1 de setembro de 2008

NOTA

(1182)

PLANETÁRIO ARISTÓTELES ORSINI (IBIRAPUERA)

Reaberto em 2006 após ser restaurado, o Planetário do Ibirapuera, primeiro do gênero na América Latina, volta a funcionar com os mais modernos equipamentos capazes de projetar o céu visto de qualquer ponto do sistema solar.

Centro de cultura e lazer, o Planetário exibe dois tipos de apresentações, o atraente “Planetas do Universo” e “Por dentro do Sol”. As sessões, abertas ao público em geral, têm duração de 50 minutos e aguçam o interesse sobre os mistérios do Universo.

Há outros três eventos realizados uma vez por mês. O Sarau Astronômico promove interessante observação do céu noturno junto com manifestações artísticas. O surpreendente Banho de Lua possibilita a verificação com telescópio da lua crescente, além de palestras com físicos e astrônomos. E, na parte da manhã, o divertido Bate Papo com Astrônomos para o público infantil.

PLANETÁRIO IBIRAPUERA
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº. Portão 10 (pedestres) ou portão 3 (estacionamento).
Parque do Ibirapuera, São Paulo – SP
Telefone: (11) 5575-5425
Sessões às 15h, 17h e19h. Sábados, domingos e feriados.
Agendamento de grupos durante a semana.
www.prefeitura.sp.gov.br/planetarios

28 de agosto de 2008

Relato de aula de 27-08

Relato da Aula do dia 27/08/2008
Disciplina: Leitura e Escrita II –
Comunicação em Diversas Linguagens
Ana Carolina Guimarães Abrão Scaff


Antes do início da aula, Márcia nos deu alguns recados:
· devemos retirar com a Roseli, responsável pelo xerox, o livreto editado pela “Michaelis” que contém as novas normas ortográficas que serão vigentes a partir do ano que vem e, para nos exercitarmos, a elaboração de nossos textos devem ser adaptados a elas;
· para o envio de nossas atas de aula às colegas, o melhor é anexarmos no e-mail o texto ormatado em Word ao invés de enviarmos no próprio corpo do e-mail, assim podemos analisar a formatação do texto;
· as Notas devem ser entregues impressas além de postadas nos Blogs e enviadas por e-mail. Desde o título até o ponto final, a Nota deve conter no máximo 1200 caracteres.
Definimos que na primeira parte da aula iríamos comentar o relato da aula anterior e discutir a definição dos trabalhos. Na segunda parte, iríamos ler o Manual para Apresentação de Trabalhos Acadêmicos e discutiríamos como fazer citações e referências.
A seguir, iniciamos a leitura da ata da Nina, realizada no dia 20 de agosto.
Retomamos alguns exemplos do uso da vírgula, tais como nas alterações da ordem canônica das orações, onde, por exemplo, o adjunto adverbial que inicia a sentença é separado por vírgulas.
Ex: Na padaria, Maria comeu bolo.
Quando a Ordem Canônica - Sujeito + verbo + complemento – é respeitada, o uso da vírgula não é permitido.
Ex: Maria comeu bolo na padaria.
Hoje Maria comeu bolo.
Também não se deve separar com vírgula verbo e complemento. Na construção de um texto, devemos evitar seu excesso.
O aposto sempre aparece entre vírgulas.
A vírgula não serve para dar pausa para a respiração, é um sinal para os olhos assim como o parágrafo. A lingua escrita não está atrelada à fala.
Márcia explicou que quando estamos fazendo uma lista precedida por dois pontos, devemos iniciar a oração com letra minúscula e trminar com ponto e vírgula. Apenas no último ítem da lista devemos terminar com ponto final.
Depois comentamos sobre alguns exemplos do uso da crase:
Fui a Madri. Venho de Madri.
Fui à Bahia. Venho da Bahia.
Na sequência, passamos para a definição dos grupos de trabalho e temas escolhidos para elaboração das páginas da “Revista Eletrônica”. Ficou assim:
1. Ana Carolina, Mariana e Irene - “Exposição Bossa na Oca”, categoria Música;
2. Karine e Arthur – “Língua de Eulália”, categoria Literatura;
3. Veridiana, Isabel e Nina – “Os incompreendidos”, categoria Cinema;
4. Carla, Cintia e Júlia – “Exposição Marcel Duchamp”, categoria Artes Visuais;
5. Thiane e Fernanda – “Da velhice à infância”, categoria Dança.
Carina e Nathália, que faltaram, devem escolher um dos dois grupos menores para trabalhar.
Decidimos que na próxima aula, do dia 3 de setembro, iremos assistir a um filme escolhido pela Márcia e depois faremos uma resenha em grupo. Demos algumas sugestões de filmes:
Filhos do paraíso;
A procura da casa do meu amigo;
Vermelho como o céu;
Mutum;
A glória de meu pai;
Castelo de minha mãe.
Na segunda parte da aula, Márcia distribuiu o “Manual para Apresentação Formal de Trabalhos Acadêmicos” e discutimos o seu uso. Detectamos alguns ajustes a serem feitos, como: se as legendas e fontes não devem ter seu alinhamento centralizado, se os subtítulos do Sumário têm espaçamento duplo; se as Referências devem vir na mesma página que as Considerações Finais; etc.
Em seguida, discutimos a apresentação formal de Citações e Referências a partir do “Manual para Apresentação Formal de Trabalhos Acadêmicos” elaborado pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI).
Estes Manuais devem ser seguidos à risca e consultados, sempre que necessário, no site http://www.fei.edu.br/.

Em segida, envio o anexo em word por e-mail.
beijos
carol

7 de agosto de 2008

Postagem Teste


Antes de começar a postar, quero configurar as fontes, cores e o layout.
Para isso, preciso ver como está ficando o meu blog.

Até já.