21 de outubro de 2008

Artigo, 3ª versão - revisada

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Música brasileira para crianças inteligentes

Ana Carolina Abrão Scaff

Conhecer a história da Bossa Nova e quem foi Tom Jobim e Vínicius de Moraes são algumas das obrigações do homem culto brasileiro. Faz parte da nossa cultura, aguça nosso gosto musical, permite apreciação da arte e aprimora a inteligência. Para isso, devemos começar cedo.

Aprender música na primeira infância faz o cérebro crescer. Pesquisadores alemães descobriram que a área utilizada para analisar sons musicais é, em média, 25% maior nos músicos. Quanto mais cedo começar o treino musical, maior será a área do cérebro.

Conhecer o maior número de gêneros musicais faz expandir o desenvolvimento intelectual da criança, pois possibilita que ela amplie suas experiências. Quando ouve e acompanha música, canta e dança, a criança, além de desenvolver a audição, trabalha a coordenação motora, a atenção e o respeito pelo outro. Essa participação ativa (produzir som, acompanhar com gestos), que as experiências nas aulas de música na educação infantil promovem, também favorece o desenvolvimento de seus cinco sentidos.

Porém, a música na escola utilizada como condicionamento da rotina nada agrega no conhecimento, na expansão da inteligência e gosto pela arte. A arte apresentada através de repetições e de ensaios para apresentações em dias de comemorações especiais, não aguça o interesse infantil. Apenas imitar ou cantar cantigas que já vêm prontas, não aprimora as capacidades do intelecto na infância. A criança deve ter a oportunidade de criar, de construir e musicar a partir de todo o repertório que lhe foi disponibilizado (ou deveria ter sido) nas aulas de música e arte. Ou seja, ao excluir a comunicação com a linguagem musical da criança, que se dá pela exploração sonora e por suas experiências prévias, o professor da educação infantil tolhe seus interesses e motivações para apreciar essa arte.

O conhecimento de ritmos, sons e gêneros diferentes de música promove a ampliação do repertório musical e faz com que a criança seja capaz de usar desse conhecimento para produzir, aprimorar, criar e apreciar sua própria música.

Nada melhor, então, do que aproveitar o ano do cinqüentenário da Bossa Nova, estilo consagrado e tão brasileiro, ritmo que faz com que o Brasil seja conhecido internacionalmente, para apresentar esse gênero, além de instruir nossas crianças do ensino infantil a apreciar esse, entre outros, estilo. Assim, essa infância privilegiada será capaz de, cada vez mais, ampliar sua inteligência, abusar de sua livre expressão e aproveitar dessa rica cultura que ser brasileiro nos possibilita.

20 de outubro de 2008

Meu processo de escrita do artigo

Eu adoro bossa nova. Adoro música, ouço sempre. Adorei a exposição que assistimos para escrever a resenha. Esse assunto, para mim, é bastante interessante.

Escolher o tema para o artigo foi fácil. Primeiro pensei que queria escrever sobre a importância da bossa nova como "carro chefe" da música brasileira, o estilo musical que mais dá visibilidade ao Brasil no exterior. Depois decidi falar também sobre a importância de nós brasileiros conhecermos nossa cultura desde cedo e com a obrigatoriedade do ensino de música, achei que seria pertinente juntar as duas coisas.

O difícil é começar.

Sou impaciente para fazer as coisas, então quando me deparei com a famosa folha em branco quase entrei em pânico. Não saía nada.
Entrei na internet para pesquisar artigos de música, currículos de música na educação infantil, entrevistas com professores de arte e música para saber o que eles pensam sobre o assunto. Lí também o livro " Música na Educação Infantil" da Teca Brito e então comecei.

A primeira oração:"Com a obrigatoriedade do ensino de música na educação infantil a criança tem a possibilidade de ser apresentada a diversos gêneros musicais." entrou na segunda versão do artigo e saiu na terceira. Achei que seria importante situar o leitor sobre a nova "regra" da educação infantil, assim como definir a bossa nova como um dos gêneros a serem ensinados para as crianças, já que iria falar desse estilo como exemplo. Porém, ao ler sem essa oração, achei que o texto fuicou mais fluido.

Pensar no esquema proposto para escrever artigos me ajudou muito. Sempre lembrava que tinha que pensar numa tese, nos argumentos que sustentassem essa tese, na contra-argumentação e no fechamento. Segui essa fórmula.

Após chegar a uma opinião sobre o tema que iria descorrer e de ter lido sobre o assunto, foi mais fácil, fui escrevendo.
A parte mais difícil mesmo para mim foi a elaboração da tese e de escrevê-la de maneira bem clara.


Cada vez que releio o artigo acho que ele ainda não está acabado e mudo alguma palavrinha ou mesmo incluo uma nova sentença. Mas acho que deve ser assim mesmo. è uma novidade, nunca escreví um texto como esse, resta saber se vou, um dia, ficar satisfeita com a minha produção!

10 de outubro de 2008

Artigo, 2ª versão


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Música brasileira para crianças inteligentes

Ana Carolina Abrão Scaff

Com a obrigatoriedade do ensino de música na educação infantil a criança tem a possibilidade de ser apresentada a diversos gêneros musicais. Conhecer a história da Bossa Nova e quem foi Tom Jobim e Vínicius de Moraes são algumas das obrigações do homem culto brasileiro. Faz parte da nossa cultura, aguça nosso gosto musical, permite apreciação da arte e aprimora a inteligência. Para isso, devemos começar cedo.

Aprender música na primeira infância faz o cérebro crescer. Conhecer o maior número de gêneros musicais faz expandir o desenvolvimento intelectual da criança, pois possibilita que ela amplie suas experiências. Quando ouve e acompanha música, canta e dança, a criança, além de desenvolver a audição, trabalha a coordenação motora, a atenção e o respeito pelo outro. Essa participação ativa (produzir som, acompanhar com gestos), que as experiências nas aulas de música na educação infantil promovem, também favorece o desenvolvimento de seus cinco sentidos.

Porém, a música na escola utilizada como condicionamento da rotina nada agrega no conhecimento e na expansão da inteligência e gosto pela arte. A arte ensinada por repetições e por ensaios para apresentações em dias de comemorações especiais não aguça o interesse. Apenas imitar ou cantar cantigas que já vêm prontas, não aprimora as capacidades do intelecto na infância. A criança deve ter a oportunidade de criar, de construir e musicar a partir de todo o repertório que lhe foi disponibilizado (ou deveria ter sido) nas aulas de música e arte. Ou seja, ao excluir a comunicação com a linguagem musical da criança, que se dá pela exploração sonora e por suas experiências prévias, o professor da educação infantil tolhe seus interesses e motivações para apreciar essa arte.

O conhecimento de ritmos, sons e gêneros diferentes de música promove a ampliação do repertório musical e faz com que a criança seja capaz de usar desse conhecimento para produzir, aprimorar, criar e apreciar sua própria música.


Nada melhor, então, do que aproveitar o ano do cinqüentenário da Bossa Nova, estilo consagrado e tão brasileiro, ritmo que faz com que o Brasil seja conhecido internacionalmente, para apresentar esse gênero, além de instruir nossas crianças do ensino infantil a apreciar esse, entre outros, estilo. Assim, essa infância privilegiada será capaz de, cada vez mais, ampliar sua inteligência, abusar de sua livre expressão e aproveitar dessa rica cultura que ser brasileiro nos possibilita.

7 de outubro de 2008

Artigo - Primeira Versão


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Música brasileira para crianças inteligentes

Ana Carolina Abrão Scaff

Saber sobre a história da Bossa Nova e quem foram Tom Jobim e Vínicius de Moraes são algumas das obrigações do homem culto brasileiro. Faz parte da nossa cultura, aguça nosso gosto musical, permite apreciação da arte e aprimora a inteligência. Para isso, devemos começar cedo.

Aprender música na primeira infância faz o cérebro crescer. Conhecer o maior número de gêneros musicais faz expandir o desenvolvimento intelectual da criança, pois possibilita que ela amplie suas experiências. Quando ouve e acompanha música, canta e dança, a criança, além de desenvolver a audição, trabalha a coordenação motora, a atenção e o respeito pelo outro. Essa participação ativa (produzir som, acompanhar com gestos), que as experiências nas aulas de música na educação infantil promovem, também favorece o desenvolvimento de seus cinco sentidos.

Conhecer sobre a trajetória musical de seu país, sobre os estilos, poetas, maestros, autores, compositores e intérpretes faz o individuo participar ativamente de sua história sendo parte integrante da cultura. Pode distinguir a sonoridade, apreciar estilos e músicas, compreender poetas e criticar, com toda propriedade, a música popular brasileira.

Porém, a música utilizada como condicionamento da rotina, através de repetições e ensaios para apresentações pré-determinadas em dias de comemorações especiais, nada agrega no conhecimento e na expansão da inteligência e gosto pela arte. Apenas imitar ou cantar cantigas que já vêm prontas, não aprimora todos essas capacidades na infância. A criança deve ter a oportunidade de criar, de construir e musicar a partir de todo o repertório que lhe foi disponibilizado (ou deveria ter sido) nas aulas de música e arte. Ou seja, ao excluir a comunicação com a linguagem musical da criança que se dá pela exploração sonora e suas experiências prévias, o professor da educação infantil tolhe seus interesses e motivações para apreciar essa arte.

O conhecimento de ritmos, sons e gêneros diferentes de música promove a ampliação do repertório musical e faz com que a criança seja capaz de usar desse conhecimento para produzir, aprimorar, criar e apreciar sua própria música.

Nada melhor do que aproveitar o ano do cinqüentenário da Bossa Nova, estilo consagrado e tão brasileiro, ritmo que faz com que o Brasil seja conhecido internacionalmente, para apresentar esse gênero, além de instruir nossas crianças do ensino infantil a apreciar esse, entre outros, estilo. Assim, serão capazes de, cada vez mais, ampliar seu intelecto, abusar de sua livre expressão e aproveitar dessa rica cultura que ser brasileiro nos possibilita.

O começo

Oi Márcia,
Demorei MUITO pra começar a escrever o artigo.
Achei super trabalhoso e nunca imaginei que fosse ser capaz.
Não gostei muito do que saiu, mas pelo menos saiu alguma coisa! :)
beijos e até amanhã.
Carol