(3442)
Música na Educação
Ana Carolina Abrão Scaff
A Abordagem Construtivista é utilizada por professores das escolas particulares após a obrigatoriedade do ensino de música na educação básica.
Com o projeto Lei Nº 11769 que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96) aprovado, o ensino de música na educação infantil, ensino fundamental e médio, tornou-se obrigatório.
De autoria do Senado, a lei determina que as instituições de ensino terão três anos, a partir da data de sua publicação, 18 de agosto de 2008, para adequarem seus currículos com a música como conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do ensino de artes na educação básica. O projeto também define que as aulas serão ministradas por professores com formação específica na área.
Para Julia Nogueira, professora de música do ensino fundamental, formada em Educação Artística com especialização em Música “a linguagem musical deve ser encarada como recurso poderoso de percepção do mundo externo e como um meio de comunicação e expressão do educando”. Porém, a professora não concorda com a obrigatoriedade do ensino, para ela “o ideal seria que todos compreendessem na prática a força da linguagem musical no desenvolvimento pleno de cada indivíduo”.
Muitas escolas particulares já compõem seu currículo com o ensino da música. Seus professores se baseiam na abordagem construtivista e estão deixando de lado o ensino tradicional da música para utilizarem uma concepção que busque apresentar para a criança algo que faça sentido para ela. “A linguagem tradicional está muito centrada no coral, a música trabalhada dentro da escola deve gerar reflexão, deve chegar como algo que toca o indivíduo. Meu trabalho busca um aprofundamento, faço isso através de trabalhos inusitados: uso o corpo como instrumento poderoso, trabalho percussão e ritmo, melodia, partitura. No 5º ano, trabalho a união de todos estes elementos”, diz Julia. “A prática de conjunto é o principal recurso de aprendizado da linguagem musical”. Completa a educadora.
Segundo Teca Alencar de Brito, educadora musical e pianista de formação, “as crianças precisam ter a oportunidade de construir conhecimentos em música, porque não está tudo pronto para ser repetido. Elas aprendem e descobrem coisas incríveis”.
Para realizar um bom trabalho nessa concepção de ensino não tradicional, os professores não especialistas, segundo Teca, devem ser grandes observadores da criança, porque os eles têm meios de ver como as crianças se expressam musicalmente, como reagem, como interagem com os instrumentos, o que falam o que trazem quando têm a possibilidade de criar, inventar e improvisar.
Este ensino de música propõe jogos de improvisações simples que trabalham conceitos e princípios como o contraste entre som e silêncio. Oferece também a oportunidade de compor, já que utiliza a liberdade de experimentação e união de sons com as crianças e também promove a confecção de instrumentos que possibilita uma experiência importante do ponto de vista pedagógico.
Para Teca, que montou sua própria escola de música e é consultora da área, o trabalho, na abordagem construtivista, promove reflexão e conscientização da criança.“O ensino tradicional de música tende a dissociar o fazer do pensar. (...) Mesmo na etapa da pré-escola as atividades musicais devem estar integradas com a reflexão, devem estar sintonizadas com a consciência que a criança tem em relação ao fazer musical”. Conclui a professora.
10 de novembro de 2008
5 de novembro de 2008
2ª tentativa
Música para apreciar e aprender
Você sabia que a Bossa Nova comemorou 50 anos no mesmo ano em que a música voltou a ser obrigatória na Educação Básica? Confira!
Você sabia que a Bossa Nova comemorou 50 anos no mesmo ano em que a música voltou a ser obrigatória na Educação Básica? Confira!
1ª tentativa de chamada da página
Bossa Na Oca
Você sabia que a Bossa Nova está comemorando 50 anos? O evento Bossa na Oca é o tema desta página no ano em que a Lei da Obrigatoriedade do ensino da música na Educação Básica foi aprovada. Confira!
Você sabia que a Bossa Nova está comemorando 50 anos? O evento Bossa na Oca é o tema desta página no ano em que a Lei da Obrigatoriedade do ensino da música na Educação Básica foi aprovada. Confira!
4 de novembro de 2008
Reportagem - 2ª Versão
(3526)
Teoria Construtivista no ensino de Música
Ana Carolina Abrão Scaff
Método “contemporâneo” é utilizado por professores das escolas particulares após a obrigatoriedade do ensino de música na educação básica.
Com o projeto Lei Nº 11769 que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96) aprovado, o ensino de música na educação infantil, ensino fundamental e médio, tornou-se obrigatório.
De autoria do Senado, a lei determina que as instituições de ensino terão três anos, a partir da data de sua publicação, 18 de agosto de 2008, para adequarem seus currículos com a música como conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do ensino de artes na educação básica. O projeto também define que as aulas serão ministradas por professores com formação específica na área.
Para Julia Nogueira, professora de música do ensino fundamental, formada em Educação Artística com especialização em Música “a linguagem musical deve ser encarada como recurso poderoso de percepção do mundo externo e como um meio de comunicação e expressão do educando.”Porém, a professora não concorda com a obrigatoriedade do ensino, para ela, “o ideal seria que todos compreendessem na prática a força da linguagem musical no desenvolvimento pleno de cada indivíduo”.
Muitas escolas particulares já compõe seu currículo com o ensino da música. Seus professores, utilizam uma linha de ensino cuja prática foi inspirada nas teorias do Método Construtivista. Eles estão deixando de lado o ensino tradicional da música para utilizarem uma concepção que busque apresentar para a criança algo que faça sentido para ela. “A linguagem tradicional está muito centrada no coral, a música trabalhada dentro da escola deve gerar reflexão, deve chegar como algo que toca o indivíduo. Meu trabalho busca um aprofundamento, faço isso através de trabalhos inusitados: uso o corpo como instrumento poderoso, trabalho percussão e ritmo, melodia, partitura. No 5º ano, trabalho a união de todos estes elementos”, diz Julia. “A prática de conjunto é o principal recurso de aprendizado da linguagem musical”.Completa a educadora.
Segundo Teca Alencar de Brito, educadora musical e pianista de formação, “as crianças precisam ter a oportunidade de construir conhecimentos em música, porque não está tudo pronto para ser repetido. Elas aprendem e descobrem coisas incríveis”.
Para realizar um bom trabalho utilizando esse método em sala de aula, os professores não especialistas, segundo Teca, devem ser grandes observadores da criança, porque os professores têm meios de ver como elas se expressam musicalmente, como reagem, como interagem com os instrumentos, o que falam o que trazem quando têm a possibilidade de criar, inventar e improvisar.
Este método de ensino de música propõe jogos de improvisações simples que trabalham conceitos e princípios como o contraste entre som e silêncio. Oferece também a oportunidade de compor, já que utiliza a liberdade de experimentação e união de sons com as crianças e também promove a confecção de instrumentos que possibilita uma experiência importante do ponto de vista pedagógico.
Para Teca, que montou sua própria escola de música e é consultora da área, o trabalho, na abordagem construtivista, promove reflexão e conscientização da criança. “O ensino tradicional de música tende a dissociar o fazer do pensar. (...) Mesmo na etapa da pré-escola as atividades musicais devem estar integradas com a reflexão, devem estar sintonizadas com a consciência que a criança tem em relação ao fazer musical” Conclui a professora.
Para saber mais:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11769.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm
http://tecaoficinademusica.com.br/
Teoria Construtivista no ensino de Música
Ana Carolina Abrão Scaff
Método “contemporâneo” é utilizado por professores das escolas particulares após a obrigatoriedade do ensino de música na educação básica.
Com o projeto Lei Nº 11769 que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96) aprovado, o ensino de música na educação infantil, ensino fundamental e médio, tornou-se obrigatório.
De autoria do Senado, a lei determina que as instituições de ensino terão três anos, a partir da data de sua publicação, 18 de agosto de 2008, para adequarem seus currículos com a música como conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do ensino de artes na educação básica. O projeto também define que as aulas serão ministradas por professores com formação específica na área.
Para Julia Nogueira, professora de música do ensino fundamental, formada em Educação Artística com especialização em Música “a linguagem musical deve ser encarada como recurso poderoso de percepção do mundo externo e como um meio de comunicação e expressão do educando.”Porém, a professora não concorda com a obrigatoriedade do ensino, para ela, “o ideal seria que todos compreendessem na prática a força da linguagem musical no desenvolvimento pleno de cada indivíduo”.
Muitas escolas particulares já compõe seu currículo com o ensino da música. Seus professores, utilizam uma linha de ensino cuja prática foi inspirada nas teorias do Método Construtivista. Eles estão deixando de lado o ensino tradicional da música para utilizarem uma concepção que busque apresentar para a criança algo que faça sentido para ela. “A linguagem tradicional está muito centrada no coral, a música trabalhada dentro da escola deve gerar reflexão, deve chegar como algo que toca o indivíduo. Meu trabalho busca um aprofundamento, faço isso através de trabalhos inusitados: uso o corpo como instrumento poderoso, trabalho percussão e ritmo, melodia, partitura. No 5º ano, trabalho a união de todos estes elementos”, diz Julia. “A prática de conjunto é o principal recurso de aprendizado da linguagem musical”.Completa a educadora.
Segundo Teca Alencar de Brito, educadora musical e pianista de formação, “as crianças precisam ter a oportunidade de construir conhecimentos em música, porque não está tudo pronto para ser repetido. Elas aprendem e descobrem coisas incríveis”.
Para realizar um bom trabalho utilizando esse método em sala de aula, os professores não especialistas, segundo Teca, devem ser grandes observadores da criança, porque os professores têm meios de ver como elas se expressam musicalmente, como reagem, como interagem com os instrumentos, o que falam o que trazem quando têm a possibilidade de criar, inventar e improvisar.
Este método de ensino de música propõe jogos de improvisações simples que trabalham conceitos e princípios como o contraste entre som e silêncio. Oferece também a oportunidade de compor, já que utiliza a liberdade de experimentação e união de sons com as crianças e também promove a confecção de instrumentos que possibilita uma experiência importante do ponto de vista pedagógico.
Para Teca, que montou sua própria escola de música e é consultora da área, o trabalho, na abordagem construtivista, promove reflexão e conscientização da criança. “O ensino tradicional de música tende a dissociar o fazer do pensar. (...) Mesmo na etapa da pré-escola as atividades musicais devem estar integradas com a reflexão, devem estar sintonizadas com a consciência que a criança tem em relação ao fazer musical” Conclui a professora.
Para saber mais:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11769.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm
http://tecaoficinademusica.com.br/
3 de novembro de 2008
REPORTAGEM 1ª versão
(2900)
Método construtivista no ensino de música para crianças
Ana Carolina Abrão Scaff
Linha de ensino da música para crianças diferente do ensino tradicional alcança melhores resultados.
Com o projeto Lei Nº 11769 que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96) aprovado, o ensino de música na educação infantil, ensino fundamental e médio, tornou-se obrigatório.
De autoria do Senado, a lei determina que as instituições de ensino terão três anos, a partir da data de sua publicação, 18 de agosto de 2008, para adequarem seus currículos com a música como conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do ensino de artes na educação básica. O projeto também define que as aulas serão ministradas por professores com formação específica na área.
Muitas das escolas particulares já compõe seu currículo com o ensino da música. Seus professores de música e artes utilizam um método de ensino cuja prática foi inspirada nas teorias do Método Construtivista para elaborarem os projetos pedagógicos. Eles estão deixando de lado o ensino tradicional da música para utilizarem uma concepção que busque apresentar para a criança algo que faça sentido para ela.
Segundo Teca Alencar de Brito, professora de música e pianista de formação, “as crianças precisam ter a oportunidade de construir conhecimentos em música, porque não está tudo pronto para ser repetido. Elas aprendem e descobrem coisas incríveis”.
Para realizar um bom trabalho utilizando esse método em sala de aula, os professores não especialistas, segundo Teca, devem ser grandes observadores da criança, porque os professores tem meios de ver como elas se expressam musicalmente, como reagem, como interagem com os instrumentos, o que falam o quer trazem quando têm a possibilidade de criar, inventar e improvisar.
Este método de ensino de música se utiliza jogos de improvisações simples que trabalham conceitos e princípios como o contraste entre som e silêncio. Usa também a possibilidade de compor, já que propõe a liberdade de experimentação e união de sons com as crianças e também promove a confecção de instrumentos que possibilitam uma experiência importante do ponto de vista pedagógico.
Para a professora Teca, que montou sua própria escola de música para o público infantil e é consultora da área, o trabalho, na abordagem construtivista, promove reflexão e conscientização da criança. “O ensino tradicional de música tende a dissociar o fazer do pensar. (...) Mesmo na etapa da pré-escola as atividades musicais devem estar integradas com a reflexão, devem estar sintonizadas com a consciência que a criança tem em relação ao fazer musical. Assim, aprender música não deve se resumir a escutar ou cantar o que já está pronto.(...) As crianças precisam ter a oportunidade de construir conhecimentos em música, porque não está tudo ptronto para ser repetido. Elas aprendem e descobrem coisas incríveis” Conclui a professora.
Para saber mais:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11769.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm
Método construtivista no ensino de música para crianças
Ana Carolina Abrão Scaff
Linha de ensino da música para crianças diferente do ensino tradicional alcança melhores resultados.
Com o projeto Lei Nº 11769 que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96) aprovado, o ensino de música na educação infantil, ensino fundamental e médio, tornou-se obrigatório.
De autoria do Senado, a lei determina que as instituições de ensino terão três anos, a partir da data de sua publicação, 18 de agosto de 2008, para adequarem seus currículos com a música como conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do ensino de artes na educação básica. O projeto também define que as aulas serão ministradas por professores com formação específica na área.
Muitas das escolas particulares já compõe seu currículo com o ensino da música. Seus professores de música e artes utilizam um método de ensino cuja prática foi inspirada nas teorias do Método Construtivista para elaborarem os projetos pedagógicos. Eles estão deixando de lado o ensino tradicional da música para utilizarem uma concepção que busque apresentar para a criança algo que faça sentido para ela.
Segundo Teca Alencar de Brito, professora de música e pianista de formação, “as crianças precisam ter a oportunidade de construir conhecimentos em música, porque não está tudo pronto para ser repetido. Elas aprendem e descobrem coisas incríveis”.
Para realizar um bom trabalho utilizando esse método em sala de aula, os professores não especialistas, segundo Teca, devem ser grandes observadores da criança, porque os professores tem meios de ver como elas se expressam musicalmente, como reagem, como interagem com os instrumentos, o que falam o quer trazem quando têm a possibilidade de criar, inventar e improvisar.
Este método de ensino de música se utiliza jogos de improvisações simples que trabalham conceitos e princípios como o contraste entre som e silêncio. Usa também a possibilidade de compor, já que propõe a liberdade de experimentação e união de sons com as crianças e também promove a confecção de instrumentos que possibilitam uma experiência importante do ponto de vista pedagógico.
Para a professora Teca, que montou sua própria escola de música para o público infantil e é consultora da área, o trabalho, na abordagem construtivista, promove reflexão e conscientização da criança. “O ensino tradicional de música tende a dissociar o fazer do pensar. (...) Mesmo na etapa da pré-escola as atividades musicais devem estar integradas com a reflexão, devem estar sintonizadas com a consciência que a criança tem em relação ao fazer musical. Assim, aprender música não deve se resumir a escutar ou cantar o que já está pronto.(...) As crianças precisam ter a oportunidade de construir conhecimentos em música, porque não está tudo ptronto para ser repetido. Elas aprendem e descobrem coisas incríveis” Conclui a professora.
Para saber mais:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11769.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm